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sábado, 14 de julho de 2018

QUANDO A PESSOA CERTA CHEGAR, VOCÊ SABERÁ!








Ninguém é obrigado a gostar da gente, e está tudo bem!

Cada um transborda o que tem dentro de si. Sentimento não é programado. Ele simplesmente nasce.

Se você gosta de alguém, e não é correspondido, está tudo bem. Entenda que o defeito não está em você, muito menos na pessoa pela qual se apaixonou. É tudo questão de sintonia.

Pare de achar que você não merece ser amado. Se não aconteceu, não era para ser. Um dia alguém vai amá-lo(a) do jeitinho que você é.

Sabe aquela sua mania esquisita? Será pequena perto do sentimento que a pessoa certa terá por você. Aqueles defeitinhos serão fúteis perto da imensidão de possibilidades que o amor poderá lhe proporcionar.

Quando a pessoa certa chegar, você saberá.

Ela fará de tudo para estar ao seu lado. Não existirão desculpas. Não haverá dúvidas. Apenas certezas. Ela o(a) quer, e pronto. Simples assim.

Quando ela chegar, ela o(a)fará sorrir. Mostrará que o passado não impede ninguém de viver um presente feliz. E quem sabe, um futuro.

Quando ela chegar, os machucados serão cicatrizados. As lembranças ruins, esquecidas. O abraço será aconchego. O beijo será com urgência. As mãos serão entrelaçadas. As almas serão envolvidas. E o coração virará morada.

Quando a pessoa certa chegar, o “eu te amo”, terá significado. Significará que ela estará ao seu lado enquanto estiverem juntos. Você será cuidado, respeitado e, principalmente, valorizado.

Quando ela chegar, você saberá.

Ela deixará claro em cada toque. Cada gesto será único. Os olhos dela dirão, sem a necessidade das palavras saírem.

Quando ela chegar, os obstáculos serão pequenos perto do amor. Cada caminho percorrido, valerá a pena. Vocês lutarão juntos. Você se entregará. E ela também.

Porque se tem uma coisa que o amor faz, é nos mostrar que pedra nenhuma é capaz de destruir algo genuíno.  Quando ela chegar, você saberá.



Autor: Colunista do Site O Segredo

Bênçãos de Amor e Luz

quarta-feira, 11 de julho de 2018

COMO ATRAIR PROSPERIDADE USANDO A LEI DA ATRAÇÃO!







Quando o assunto é como atrair prosperidade, muitas pessoas pensam logo em dinheiro. Porém, prosperar vai muito além de adquirir riqueza material — esse é apenas um dos elementos que envolvem o conceito.

Uma vida financeira saudável é o primeiro passo para a abundância. Sendo assim, para ser próspero, é preciso ter educação financeira e saber usar a lei da atração para atrair não só dinheiro, mas também amor, boas amizades, conquistas profissionais, dentre outras coisas.

O que queremos dizer é que, para atrair o que você deseja, é imprescindível entender o significado de prosperidade de forma global, e não de maneira equivocada, como muitas pessoas pregam por aí.

No post de hoje, vamos explicar como usar a lei da atração nesse processo e mostrar que é possível conseguir muito mais do que dinheiro direcionando-a da forma correta. Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo!

Entenda o que é prosperidade

Prosperidade é tudo o que é bom, seja na esfera material ou espiritual. O dinheiro é apenas um recurso e, por meio dele, é possível que você seja feliz ou infeliz, já que se trata de uma energia que pode ser manipulada tanto para o bem quanto para o mal.

É próspero quem tem a capacidade de atrair para si coisas boas — paz de espírito, amor, oportunidades, bens materiais etc. É aquela pessoa em sintonia com o fluxo do universo, que a todos provê.

Para que isso seja possível, não basta querer. É preciso saber usar a lei da atração conscientemente. Por meio desse processo, você poderá experimentar abundância em todos os setores da sua vida (e não apenas no aspecto material).

Para entender, na prática, o que significa esse termo, pense em tudo o que você tem — família, emprego, talentos, amigos, experiências, relacionamento, boa saúde e dinheiro. Qual sentimento você experimenta agora? Se for o de gratidão, você entendeu o que é prosperidade.

Saiba como atrair prosperidade usando a Lei da Atração

Agora que você entendeu o que é ser próspero, veja como aplicar a lei da atração por meio de ações e mudanças de hábitos que te permitirão estar em alinhamento com o fluxo de prosperidade do universo:

Seja grato

Por pior que uma situação possa parecer, sempre há motivos para agradecer. Quando você faz isso, entra na frequência certa e dissolve toda a resistência que pode estar impedindo o fluxo da prosperidade. Desse modo, aquilo que é desejado acaba fluindo para você sem nenhum bloqueio.

É por isso que a gratidão é o caminho mais indicado para atrair coisas boas. Quando agradecemos, estamos afirmando que já possuímos o que desejamos e que somos merecedores também.

Para entrar nesta vibração, não é preciso fazer muito. Basta observar os aspectos positivos da sua vida, tirando o foco da carência e colocando-o na abundância.

Faça doações

Lembre-se de que é preciso dar para receber. Você atrai para si aquilo que doa e, quando se fala em lei da atração, basta saber que a doação emite a energia da abundância, já que só podemos dar aquilo que possuímos.

Quando você doa algo, o universo retribuirá para você. Por essa razão, a doação é uma energia poderosa quando se fala de prosperidade. E isso não se aplica apenas ao dinheiro. Dê tempo, amor, abraços, gentilezas, atenção e receberá tudo isso em dobro.

Evite contrair dívidas

Quem tem dinheiro compra à vista. Quem está em sintonia com o fluxo da prosperidade não faz dívidas. Mas é evidente que isso não se aplica a compras muito altas, como imóveis e automóveis, que requerem mais planejamento.

Mas, quando se trata de pequenas coisas e gastos do dia a dia, prefira usar o dinheiro que possui. Não faz sentido comprometer nosso futuro com contas se não sabemos o que o amanhã nos reserva.

Sem contar que, ao comprar no crédito, você emite uma energia de falta — e isso, em vez de atrair prosperidade, atrai escassez. É como se você estivesse dizendo ao universo que quer adquirir algo, mas não tem recursos para tanto.

Guarde dinheiro

Quando falamos para guardar dinheiro, não se trata de juntar para usar depois, e sim para atrair ainda mais. Como assim? Pode parecer confuso, mas é só pensar que o dinheiro é uma energia: quanto mais dela você possui, mais tem.
É claro que você pode usá-lo em uma emergência. Mas, do contrário, invista ou simplesmente deixe-o lá, atraindo mais valores. Todos os meses, guarde 10% do que ganha e aceite a ideia de que essa quantia é um canal de prosperidade.

De acordo com a lei da atração, gastar todo o dinheiro não é um bom sinal, pois significa que ele domina você. Para evitar isso, além de guardá-lo, compre apenas o que está dentro de suas possibilidades — não porque não possa, mas porque você tem controle e domínio sobre suas finanças.

Sinta-se merecedor

Se você não acredita que é merecedor das coisas boas, tampouco o universo acreditará. Agindo assim, são criados bloqueios que impedem a atuação do fluxo da prosperidade em sua vida.

Quer amor? Sinta-se merecedor de recebê-lo. Quer dinheiro? Não fique dizendo por aí que ele é sujo. Quer um relacionamento saudável? Então, pare de repetir que não tem sorte no amor.

Pessoas que fazem essas afirmações vivem na escassez e permanecem nela por muito tempo. Isso acontece porque, ao não se sentirem aptas, elas passam a vivenciar a falta (e não a abundância).

Comemore cada conquista

Crie o hábito de comemorar suas conquistas, sejam elas pequenas ou grandes. A ideia é fazer circular energia positiva e atrair ainda mais dessa vibração. Sendo assim, sempre que acontecer algo bom, festeje. Faça um brinde, saia com os amigos ou simplesmente se permita sentir a emoção.

Ao longo deste artigo, vimos que, para ter prosperidade, é preciso estar em alinhamento com o que desejamos para que a lei da atração atue em nossas vidas. Além disso, descobrimos que ser próspero é ser um verdadeiro canal de bênçãos, no qual tudo o que é bom vem em abundância.



Autor: Colunista do Site O Segredo

Bênçãos de Amor e Luz



quarta-feira, 27 de junho de 2018

12 LEIS DA GRATIDÃO POUCO CONHECIDAS (QUE VÃO MUDAR SUA VIDA)







1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato

Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais. Foque sobre o que você não tem, e nunca terá o suficiente.

2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz

É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.

Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.

3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”

Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.

Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.

4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento

Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.

Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.

5. A gratidão inclui tudo

Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.

Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.

6. O que você tem para ser grato no presente, muda

Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida. O que você tem acabará por ser o que você tinha.

A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela

7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas

O que separa privilégio de benefício é a gratidão.

A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.

8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente

O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.

Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.

9. Gratidão inclui retribuição

Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.

É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.

10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão

Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.

Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.

11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente

Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração você está realizando agora.

Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.

12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão

Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.

Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes. Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca previu.



Autor: Colunista do Site O Segredo

Bênçãos de Amor e Luz

sábado, 2 de junho de 2018

QUANDO ME AMEI DE VERDADE…. (SABER VIVER – POR CHARLES CHAPLIN)







Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… AUTOESTIMA.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é… AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… AMADURECIMENTO.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo Hoje sei que o nome disso é… RESPEITO.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama… AMOR PRÓPRIO.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a… HUMILDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… PLENITUDE.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é… SABER VIVER!!!”


Autor: Colunista do Site O Segredo

Bênçãos de Amor e Luz

quarta-feira, 30 de maio de 2018

UMA PARÁBOLA BUDISTA NOS ENSINA O PODER DA PACIÊNCIA







A parábola abaixo conta a história de Matajuro Yagyu, o filho deserdado de um grande espadachim em sua trajetória para seguir a tradição de seu pai. É uma história inspiradora que abre nossos olhos para a importância da paciência. Confira!

Matajuro Yagyu era filho de um excelente espadachim. No entanto, seu pai acabou por deserdá-lo, pois não acreditava que o filho tivesse as habilidades necessárias para seguir o mesmo caminho.

Matajuro, sentindo-se constrangido e envergonhado, seguiu em uma missão para o Monte Futara, para aprender a arte com um renomado espadachim chamado Banzo. Chegando lá, Matajuro foi novamente entristecido, porque Banzo confirmou o julgamento de seu pai a respeito de suas habilidades.

– Você quer aprender comigo a arte de ser um espadachim? Você não atende aos requisitos necessários.

No entanto, Matajuro era uma pessoa persistente, e não desistiu de seu objetivo:

– Se eu me esforçar e trabalhar duro, quantos anos levarei para me tornar um mestre?

– O resto da sua vida, disse Banzo.

– Eu não posso esperar tanto tempo, mas estou disposto a enfrentar qualquer dificuldade, se você concordar em me ensinar. Se eu me tornar seu servo, quanto tempo levarei para aprender a arte da espada?

– Nesse caso, talvez 10 anos, disse o mestre Banzo.

– Meu pai está ficando velho e logo vou ter que cuidar dele. Se eu me esforçar mais, quanto tempo o treinamento levará? Continuou Matajuro.

– Talvez 30 anos, disse Banzo sorrindo.

– Como é possível? Questionou Matajuro. “Primeiro você diz 10 e agora 30 anos. Eu suportarei os testes mais difíceis para me tornar um mestre no menor tempo possível!”

–  Bem, disse Banzo, “Nesse caso você terá que ficar comigo por 70 anos. Quando um homem está com pressa como você, leva tempo para obter bons resultados.”

– Muito bem, eu aceito, disse o jovem, quando entendeu que o mestre Banzo estava o repreendendo por sua impaciência.

O mestre ordenou que Matajuro não falasse sobre esgrima e que ficasse longe de qualquer espada. Seus deveres eram cozinhar para o mestre, lavar a louça e cuidar do pátio.

Passaram-se 3 anos nessa rotina, e Matajuro continuava firme em suas tarefas, mas quando parava para pensar sobre seu futuro, percebia que em 3 anos ainda não tinha aprendido nada sobre a esgrima, e isso o preocupava.

Um dia, Banzo se esgueirou por trás dele e o atingiu com uma espada de madeira. No dia seguinte, enquanto Matajuro preparava o arroz, Banzo o deu uma espada. E assim começou uma sucessão de ataques inesperados dos quais o jovem tinha que se defender.

Ele aprendeu com extraordinária rapidez, até que um dia, antes do décimo aniversário de sua chegada, o mestre lhe disse que não tinha mais nada para ensiná-lo.

Esta parábola foi escrita pelo monge japonês Muju Dokyo em 1283, e está presente na coleção Shasekishū do mesmo autor.

Ela nos ensina sobre a importância da paciência. O jovem Matajuro queria aprender a arte da esgrima com rapidez, mas ninguém aprende algo de tanto valor do dia para a noite. Quando ele aceitou a oferta do mestre Banzo para passar anos vivendo com ele, foi treinado dia após dia através de seus trabalhos domésticos a ter paciência e depois a dominar os movimentos exigidos pela esgrima, que com o tempo o tornou capaz de praticar a arte com maestria.

De acordo com a filosofia budista, nossas vidas são feitas de ciclos, e precisamos ter paciência para esperar até o momento certo. Essa é uma lição poderosa que todos podemos aprender.


Autor: Colunista do Site O Segredo
Bênçãos de Amor e Luz



sexta-feira, 25 de maio de 2018

SÍNDROME DO PÂNICO X MEDIUNIDADE






Desde a adolescência, sofri muito com a Síndrome do Pânico.

Meu conhecimento sobre o tema, é fruto de minha experiência e busca pela cura.

Naquela ocasião, quase não se falava sobre o assunto. Havia pouca pesquisa e muito preconceito. Por isto,  tive grande dificuldade para encontrar informações  que me ajudassem a  compreender o que se passava comigo. Já faz mais de trinta anos que tudo começou e hoje posso afirmar que foi um caminho de estudos e aprendizado sobre a síndrome, as causas e o tratamento mais adequado. Entender a dinâmica que envolve não somente a síndrome do pânico, como também tantos outros transtornos psicológicos, que acometem cada vez mais pessoas, gerando desconforto, sofrimento e prejudicando a qualidade de vida.

Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.

A psiquiatria trata os sintomas com medicação antidepressivos e ansiolíticos junto à psicoterapia. As crises repetidas desses sintomas desagradáveis podem acontecer a qualquer instante sem nenhuma explicação aparente e se diferenciam de uma fobia que é caracterizada por um temor específico.

As crises de pânico estão associadas a um alto e constante grau de ansiedade. Entretanto, não basta ser ansioso para desenvolver o transtorno. Outros fatores devem ser observados na homeostase multidimensional do ser.

Sabemos que hoje vivemos uma vida mais agitada e estressante. Excesso de informações e uma corrida conta o tempo. A cultura do imediatismo e a busca por controle promovida pelo medo constante.  Nesta luta contra as adversidades e imprevisibilidade da vida, tornamo-nos ansiosos.

Cada um de nós tem seu modo particular de lidar com a ansiedade e o corpo nos responde por meio do metabolismo. Importante reconhecer que somos responsáveis pelo que pensamos e sentimos e que o corpo acredita naquilo que enviamos a ele como mensagem. Numa situação de perigo real ou imaginário, o sistema endócrino é ativado, pelo cérebro límbico, liberando os hormônios responsáveis por preparar o corpo a reagir  lutando ou fugindo. A adrenalina e o cortisol provocam a sintomatologia do pânico.

Precisamos nos sentir seguros e queremos controlar todas as coisas, mas a síndrome do pânico, não tem relação com nenhum fator estressante específico, ela se dá a qualquer momento, sem explicação sobre sua origem. Este é o grande  mistério para a ciência. Pode-se dizer que a síndrome é uma reação crônica em que o corpo já não consegue controlar o estresse. Porém, abre-se uma lacuna, como páginas de um livro que não foram escritas. Não há como explicar o ser humano apenas pela simplória e limitante crença materialista.

Pela ótica transpessoal, temos uma abrangente compreensão das causas , do processo que desencadeia as crises de pânico e da metodologia e técnicas para a cura. Sim, o transtorno do pânico tem cura!

Somos seres constituídos por emoções, sentimentos, pensamentos. Cada “parte” desse sistema que nos compõem tem sua representação energética condensada em nossa aura. Somos energia e Einsten demonstrou cientificamente  que toda matéria é energia condensada.

Além do corpo físico, somos a expressão de nossos corpos sutis: vital, emocional ,mental e espiritual. Guardamos um repertório de vivências desta e de outras vidas,  que resultam em nossa condição energética atual, impressas em nossos corpos.

Cada pessoa possui sua estrutura energética conforme seu padrão vibratório, que reflete em sua fisiologia e parafisiologia (O termo “parafisologia” se refere aos corpos sutis.). A integração entre corpo físico  e corpos sutis  determinará o grau de sensibilidade de cada ser aos estímulos da vida terrena e extra-corpórea.

A síndrome do pânico é comum entre pessoas com alto grau de sensibilidade, aos médiuns mais aflorados. A mediunidade de incorporação e psicofonia explica a sensação de despersonalização e morte iminente. Há um afastamento ou descompensação vibratória entre seus corpos físico e sutil.

A mediunidade é comum a todos nós, porém algumas pessoas são mais “abertas” às influências energéticas e espirituais, devido sua parafisiologia . Os espíritos se aproximam do médium e ele sente em seu corpo físico a alteração metabólica, acionada pelo sistema endócrino. Alguns médiuns são “hipersensíveis” às emanações fluídicas de outros espíritos, de objetos e ambientes. Sem nenhum conhecimento e consciência se tornam joguetes das influências alheias.

A nível psicológico, podemos dizer que, quando nos sentimos depressivos, descontentes, magoados, mal amados e não temos um suporte suficiente para nos libertar das amarras do vitimismo, podemos provocar a nossa despersonalização e descompensação vibratória, porque nos sentimos infelizes com nossas vidas, com o que somos. É como se fugíssemos de nós mesmos e da vida. Perdemos nossa conexão com a Terra. Tornamo-nos alvos fáceis das energias negativas que desestruturam e desequilibram, sofrendo os ataques energéticos que resultam nas crises de pânico.

A despersonalização é uma sensação de estar enlouquecendo, perdendo a identidade, a pessoa sente que não é mais ela mesma. Essa sensação é a perda temporária de seu ego, sua identidade pessoal nesta vida. Por isto provoca o medo da aniquilação. Perder a consciência de si é como a morte do ego.

Os esquizofrênicos lidam com a despersonalização de uma forma muito corriqueira. O limite que separa a esquizofrenia da mediunidade desenvolvida, é que o médium bem treinado, conscientemente deixa que sua personalidade se afaste um pouco para que outros espíritos se manifestem e com total controle do episódio, quando quer, pode voltar a si, após terminar a canalização.

Os medicamentos alopáticos apenas entorpecem os sentidos mais sutis e não curam. além de criarem dependência física e psicológica.

O uso de drogas, as crises de violência e raiva e alguns traumas também podem fazer surgir a síndrome, além dos ataques obsessivos de espíritos sofredores desencarnados.

Relevante notar que seja qual for a causa, ela sempre provocará um rasgo no véu fluídico que nos separa do mundo espiritual, que é um tipo de  tela etérica protetora que impede esta conexão descontrolada.

O tratamento para a cura da  Síndrome do Pânico, na visão transpessoal, tem como base o reequilíbrio do ser integral e multidimensional, visando os aspectos físicos, energéticos, emocionais, mentais e espirituais que compõem o homem-espírito. Psicoterapia transpessoal, manipulação energética para harmonização dos chacras e da aura como um todo. Autoconhecimento, entendimento dos estados alterados de consciência, yogaterapia, educação mediúnica. Compreensão do ser integral e transformação vibratória.

Na mediunidade desequilibrada, sintonizamos o mundo sutil, com as emanações fluídicas mais grosseiras dos espíritos que se encontram em sofrimento e de outras influências energéticas que sensibilizam a aura. À medida que amadurecemos, vamos acessando as emanações mais sutis dos nossos guias espirituaise aprendemos a manipular as energias sutis. lembrando que todos somos médiuns e interagimos com as energias das diversas camadas dimensionais.

A mediunidade, ou sexto sentido, apesar de ser tratada nos centros espíritas, não pode se restringir ao âmbito religioso. Ter mediunidade não significa compromisso religioso. Os desequilíbrios mediúnicos precisam ser desmistificados e tratados de forma integral.

Eu prefiro chamar a Síndrome do Pânico como Descompensação Vibratória que produz uma série de sintomas associados aos centros nervosos e chacras, influenciando todo o sistema endócrino e a liberação hormonal.

Para os médiuns que já nascem com essa peculiar composição, a cura significa o amadurecimento mediúnico, pelo caminho do autoconhecimento e das práticas transpessoais.

Sem nenhuma conotação religiosa, a descompensação vibratória e a mediunidade são um fato que precisa ser corajosamente enfrentado; não com medicamentos, mas com amor e transformação pessoal. O planeta está evoluindo e chegará um tempo em que a humanidade compreenderá a si mesma e sua multidimensionalidade de forma natural.

Hoje, tenho segurança mediúnica e maturidade para compreender a grandiosidade que há além dos preconceitos médicos e suas limitações materialistas.

O sexto sentido, é um dom divino. O desconhecido nos causa medo, porém, o enfrentamento e o entendimento sobre a mediunidade traz luz ao que antes era obscuro. Através do estudo, da prática e da conscientização, sem preconceitos materialistas e dogmatismos religiosos, tomamos o domínio de nós mesmos e de nossa potencialidade para sermos felizes e saudáveis.

Namastê!


Autor: Colunista do Site O Segredo

Bênçãos de Amor e Luz


VOCÊ SABE COMO FAZER O AMOR DAR CERTO? O AMOR ROMÂNTICO EXISTE, OU É UMA ILUSÃO?







O termo original Romantismo se refere ao movimento artístico, filosófico e político que surgiu na Europa no século XVIII, indo até o século XIX, e vários conceitos desse movimento permearam a cultura e os ideais, desde então.

Reconhecemos a necessidade de viver uma relação afetiva que nos faça, e ao outro, plenos e felizes, porém, quando falamos na atualidade em romantismo, geralmente nos referimos a um romantismo infantilizado, baseado em carências, um tipo de amor idealizado, muitas vezes utópico e que pode gerar para o outro e para a relação uma carga de expectativas infantis que podem se transformar em obstáculos para que esse relacionamento possa dar certo.

A idealização do romantismo na relação geralmente coloca no outro a responsabilidade de nos fazer felizes, ou em nós de fazermos o outro feliz, quando isso é impossível, e mesmo não desejado.

Cada um deve buscar seu equilíbrio e felicidade, e quando ambos estiverem bem consigo mesmos e com suas vidas, amando a si mesmos e com amor suficiente para compartilhar, podem então encontrar um ao outro, emocionalmente maduros, sem padrões de dependência, sem esperar que o outro forneça algo que não temos para suprir nossas carências, sem que tenha que nos dar aquilo que não recebemos de nossa mãe ou nosso pai, e outras expectativas imaturas e infantis, causas de fracasso da maioria das relações afetivas.

Esse é um tipo de romantismo maduro, fundamentado em um padrão de equilíbrio emocional de ambos parceiros, prontos para compartilhar o que tem em excesso, que também requer atitudes românticas adultas, de cuidado, atenção e dedicação, e que desse modo pode fazer uma relação dar certo.

Uma pessoa romântica adulta e com maturidade emocional é aquela que primeiro está bem consigo mesma.

Sabe se amar, reconhece suas qualidades e defeitos, busca o aprimoramento pessoal. Como se ama plenamente, tem a oferecer ao outro o que tem em excesso, o amor e a abertura para trocar, dar e receber.  Tem disponibilidade emocional, de tempo, prioriza a relação, é atenciosa, dedicada, carinhosa e amorosa, faz gestos que demonstram que quer realmente que a relação dê certo, fazendo o que o outro aprecia, agradando, reconhecendo e apoiando, mas também cobrando e mostrando o que precisa evoluir na relação, que nunca será perfeita, e é uma pessoa aberta para receber o mesmo de seu parceiro ou parceira.

Segundo a visão sistêmica de Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares, de acordo com as leis do Amor, toda relação só se mantém se houver uma troca contínua. Quem recebe se torna “devedor” e se sente no papel de também suprir o outro pelo tanto que recebeu. Isso não se faz por obrigação, mas por equilíbrio sistêmico da relação, que assim cresce continuamente em amor. Em um momento recebemos, em outro damos, harmonizando a balança do amor, que cresce e floresce continuamente.

Quando só um tem essa disponibilidade, dá e o outro somente recebe, haverá um desequilíbrio sistêmico na relação, que tenderá a acabar, já que o equilíbrio de troca não se completa igual e justamente.

Há diversas características de romantismo nos relacionamentos. As ideias em relação ao amor romântico são as mais diversas, geralmente utópicas e irreais, conforme o padrão de relacionamento que modelamos e aprendemos, na nossa família de origem, o que nos é mostrado cultural, étnica e socialmente, às crenças que trazemos e idealizações que criamos durante nossas vidas.

Há quem acredite que o amor romântico é aquele em que estamos disponíveis 100% de nosso tempo para o outro, aquele em que damos sem exigir nada em troca, ou quando não podemos sair do lado do outro nem olhamos para mais ninguém nem temos mais amigos, em que a paixão avassaladora do início da relação tem que continuar igual durante toda a vida, que não podemos negar nada, que não podemos nunca discordar do parceiro, e outras ilusões infantis que criam conflitos e geram sofrimento e dificuldades nas relações.

O amor romântico maduro e adulto também é sujeito às emoções conflitantes e não totalmente resolvidas que ainda temos. Ninguém é perfeito o suficiente para não mais sentir os reflexos de sua sombra ainda não solucionada. Porém, a pessoa que busca o autoconhecimento e aperfeiçoamento pessoal, e quer viver uma relação amorosa madura, satisfatória e plena, reconhecerá quando sentir conflitos, limitações e dificuldades que são suas, que possam gerar conflitos na relação, e procurará solucionar consigo mesma seu problema, nunca os projetará no outro.

O amor é uma relação de troca. Embora não devamos fazer algo na expectativa do retorno, e sim somente com a intenção de dar para quem amamos, se o outro não for recíproco, equilibrando a lei da troca, a relação será prejudicada.

Não se trata de uma obrigação, nem deve ser algo imediato e automático, mas sim uma relação que tenha em sua base o cuidado de ambos com o equilíbrio, recebendo e doando, permitindo-se amar e ser amado, o que gera por si a harmonia na relação fazendo com que cresça e evolua continuamente.

Quando falamos de pessoa romântica madura, nos referimos à alguém que é atencioso, tem atitudes amorosas e afetivas, cuida do outro demonstrando através de atitudes o que sente, e a qualidade dessas atitudes varia de pessoa a pessoa.

Há aqueles que são mais ou menos carinhosos, que demonstram através de gestos, ou presentes, ou palavras o que sentem, os que são mais ou menos detalhistas, cada um com suas particularidades e gostos próprios.

No início de uma relação, as pessoas costumam agir de todas maneiras para agradar ao outro, usando todos canais de acesso, visual (olhar), auditivo (palavras) e cinestésico (toque), porém, com o tempo passam a agir com o outro da maneira como gostariam de ser tratadas, agindo de acordo com suas preferências, e quase sempre o outro tem maneiras diferentes de demonstrar seus sentimentos.

As pessoas devem viver uma relação em que exista algum grau de afinidade. As diferenças pessoais muitas vezes chamam a atenção e atraem no início de uma relação.

Uma pessoa extrovertida e comunicativa pode atrair outra mais introvertida e vice-versa, já que aquilo que não temos, geralmente nos atrai. Porém, com o tempo, as diferenças quando intensas podem gerar dificuldades na relação.

Quando as pessoas não são maduras, têm a vontade de mudar o outro, criticando, e julgando-o como inadequado e errado. Nesse ponto da relação, as diferenças não mais atraem, elas incomodam, e podem levar a feridas que se tornam incuráveis, se não houver aceitação do outro como é.

Em uma relação madura, cada pessoa tem que respeitar o espaço do outro.  Demonstrar o amor através de atitudes, gestos, cuidado, é algo positivo, porém, fazê-lo agressivamente demonstra que busco preencher alguma carência minha levando-a para a relação e gerando expectativas irreais.

Por outro lado, estar em uma relação em que o outro não tem nenhuma disponibilidade para nosso amor, e para nossas atitudes, mostra que não nos valorizamos o suficiente e aceitamos as migalhas dessa relação geralmente por medo de ficarmos sós.

Amar e estar em uma relação não significa que as pessoas devem estar grudadas o tempo todo, nem somente olhar um para o outro.  Cada um tem aspectos da vida que não são compartilhados totalmente, e isso traz riqueza e novas trocas para a relação. Se preciso que o outro olhe somente para mim, viva para mim, sem que tenha um espaço em sua vida para suas próprias atividades, acho que o outro é minha vida e não conseguierei viver sem sua presença, isso significa que estou vivendo uma relação imatura, infantil, repetindo um padrão de relação que esperava receber de minha mãe quando era criança.

Amar e se relacionar requer olhar para si e para o outro. Reconhecer seus próprios padrões e gostos, e os de seu parceiro ou parceira. Não forçar ao outro algo que esse não aprecie.

Quando queremos agradar o outro fazendo aquilo que nós gostamos, e não o que o outro gosta, nos portamos de maneira egoísta e controladora. A princípio parece que estamos fazendo algo bom, mas em uma relação equilibrada, a troca deve ser boa para ambos. Há momentos em que cedemos, outros em que cabe ao outro ceder. Numa relação devemos provar que estamos certos ou fazer a relação dar certo?

Nem sempre faremos o que gostamos, nem o que o outro gosta. O equilíbrio está na troca, no respeito, no olhar para o outro e conhecer suas necessidades, limites e potenciais.

Se as pessoas têm maneiras diferentes de demonstrar seus sentimentos, podem reconhecer a sua e a do parceiro ou parceira, e como em toda troca equilibrada, procurar agir de maneira a satisfazer as necessidades do outro, sem se violentar ou sofrer, mas por amor e cuidado.

Podemos aprender a agir de maneiras que são fora de nossos padrões e costumes. Isso não nos diminui, mas sim enriquece nosso repertório afetivo e comportamental, e amplia a possibilidade de crescer no relacionamento, já que agradaremos e seremos mais agradados.

Isso é o que deve ser feito em uma troca madura e adulta, dar e receber, exigir e ceder, amar e ser amado.

Se o outro não se mostra nunca disponível para receber nossos gestos, da maneira como somos, nem nos agradar da maneira como apreciamos, pode mostrar um certo grau de egoísmo, rigidez e falta de abertura.

Insistir em uma relação abusiva, de dependência e codependência, fechada, egoísta, achando que irá “mudar” o outro, é uma ilusão. Essa atitude evidencia nossas próprias carências e dificuldades e, nesses casos, somos nós que precisamos de ajuda, não o outro. Insistir em mudar o outro mostra que não temos o olhar para mudar aquilo que ainda é desequilibrado em nossa própria maneira de amar.

O amor maduro requer saber se adaptar ao outro e construir uma relação de troca. Por vezes faremos o que não gostamos, mas não sempre. Por vezes o outro cederá também, por amor, não por obrigação.

Dar e receber é uma lei da Vida, que enriquece as relações, demonstrando maturidade, abertura e crescimento.

Há diversas maneiras de demonstrar que se ama, dependendo das nossas características individuais. Geralmente, usamos todas elas no início de uma relação com a finalidade de agradar o outro.

Demonstramos nosso amor no início da relação por palavras, gestos, olhares, carinho, presentes, cobrindo todo o espectro de diferenças de necessidades do outro, e assim certamente acertamos naquilo que o agrada.

Com o tempo, se somos por exemplo mais auditivos, falaremos ao outro o que sentimos, mas se ele for mais cinestésico, priorizando o sentir e o toque, poderá não se sentir amado, mesmo que as palavras amorosas e sinceras sejam ditas. A pessoa cinestésica precisa de toque, de abraços e toques, e as palavras não serão suficientes para que perceba o amor de seu parceiro.

Dr. Gary Chapman explicou essas diferenças em seu livro “As 5 linguagens do Amor”, e afirma que essas formas de vivenciar o amor são: toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, atos de serviço e presentes.  Cada pessoa tem suas preferências, e é nosso papel na relação dar ao outro o que ele precisa, não somente o que nós gostamos ou temos preferência.  O outro deverá fazer o mesmo, o que alimentará continuamente o amor na relação, aproximando os parceiros e enriquecendo suas vidas e sua união.

Todos gostam e necessitam ser reconhecidos em suas qualidades, ser admirados e apreciados por quem são, receber demonstrações de amor, sentir que o outro se dedica à relação, quer estar junto, valoriza o relacionamento, tem a intenção de crescer juntos, defendido quando necessário, de receber presentes, ser admirados, respeitados, e essas atitudes devem ser recíprocas para que o amor cresça continuamente e ambos se sintam satisfeitos.

Amar e se permitir ser amado de forma madura é um aprendizado para a vida, e certamente compensa todo esforço e dedicação.


Autor: Colunista do Site O Segredo

Bênçãos de Amor e Luz